Tu olha de fora, por fora do vidro, mas não olha os detalhes, não olha como o produto é, como a vida das pessoas é, e como elas lidam com as pragas dentro das paredes, abaixo do assoalho e no sótão. Elas estão desesperadas, desentendidas, entediadas, machucadas e veem as mesmas saídas tolas que vemos. A populariedade, o consumo de suas imagens e o fuxico sobre seus desempenhos populares e sociais, pairam nas línguas do povo. Vemos-as com outros olhos, não é?
Pois elas não são diferentes. Quando se é muito falado, corre risco de ser bem e mal falado. Mesmo que isso não defina aquele que é falado. Só dê a ele IMAGEM, projeção.
Nos acostumamos com pares simétricos, perfeitos como o mármore e estátuas de sal. Mas uma hora, haverá um desligamento profundo que, atravessará seus peitos e arremessarão suas estimas para longe. O orgulho e a auto-suficiência será a sobra, os restos mortais da ausência.
As peças devem ser vistas separadamente. Individualidade não é um problema. Mas enfrentar isso sozinho é uma barra. Não porque não pode, consegue. Mas é porque não é justo, nem mesmo seguro.
As respostas não vão estar escritas. Você vai ter que achar.
Se perder, se encontrar.