Dorme sentimento doido, aqui dentro do meu peito. Morre no sono, esqueça o caminho, se perca no plano e não volte mais. Nem pense em voltar.
Morre afogado nas águas dessa represa incerta. Ela disse que vai passar: "tomara que esteja certa" E que essa água te congele e te mate.
Oh, querido fluir de águas paradas, vindas do norte. Não podes dar o presente que espero? Entereo no fundo do quintal. Lá os cães tem acesso legal.
Noite, mata essa ferida. Mas não fere com ferro quente. Cicatriza essa escoriação no coração jovem, pulso vivo. Oblitera a vontade de dá-la o melhor e o que há de mais vivo.
Chuva, leva pra baixo esse devaneiom louco porém sensato desse homem sincero.