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segunda-feira, 1 de agosto de 2011

VERDADE NEUTRA

promises

Os erros que não fiz
foram de coisas que nem ao menos tentei
o erro na minha sombra, meu fiél parceiro e juíz.

Cubra as promessas que não fiz, mas cumpri
em silêncio, a poeira embaixo do tapete
quase me entregou, por um triz.

A conta que veio em minha casa
não são dos telefonemas que fiz
O julgamento e o julgo
não competem a esse juíz.

Verdade que não dá pra esconder
todos tentam negar e dizem que é questão de acreditar
ou qualquer coisa inversamente proporcional à crêr.

O suor, eu não sei, se foi de trabalhar para viver
ou correr do monstro pra não morrer

Cruza os dedos para não desabar
cruza os dedos para não desabar
cruza os dedos, fecha os olhos
cruza os dedos, desvia o teu olhar.