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sábado, 24 de julho de 2010

[↑] - Emerge;


Não emerge da queda a ferida, e sim as mãos. Não leva contigo aquela derrota, leva a tentativa. Emerge o monstro da lagoa, emerge o punho da guerra. Levanta, mesmo quase morta, nossa terra. Surge como um corte exposto pela manhã e, com a neblina, colide. Nasce como aquela paixão por pessoas em caixas xadrez, surge como a idade, inadiável, inevitável. Dois corpos, as cruzadas da juventude, as força e a resistência, contrárias, combate. Perfeitas aliadas, potências rivalidades. Surge o passado, como uma bala perdida, agora encontrada. Imerge comigo, e lá te deixarei, porque não quero ver os rastros do que um dia existiu. Profundidade, uma profunda vontade, ansiedade, a profana idade, o desejo pelo futuro, a catapulta. Sei que há algo acorrentado lá no fundo e impressões digitais esquecidas na cena do crime. Mas a frente há muitas coisas e devo ter espaço para marcar. Na superfície do mar, abandonar, obliterar, emergir, restaurar.



-Não é sobre amor, sobre ódio, sobre paixões,
é sobre uma Super, Mega, Ultra, Hiper...

AÇÃO!