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terça-feira, 3 de novembro de 2015

Um paralelo sobre o sofrimento PT I

O dia tá cheio de porcaria.

Pensamentos, sentimentos indevidos, e até volta e meia, a gente age meio no vacilo com quem a gente gosta, e fazem isso com a gente também.
Todo mundo tem tempos ruins, eles fazem parte do grande trajeto da existência.
Toda a frustração de uma sociedade em crise, em crise de emoção, de relação e de comportamento, é descarregada sobre nossos ombros.
Se repetir nesses lances é humano, não devemos nos culpar, mas temos de superar. Superar o fiasco e o clichê de procurar retornos e motivos para viver.
Quando essas merdas acontecerem, tenha firme no coração: Eu vou sobreviver. E sobreviva. Quando passarmos por essa questão básica, estaremos para nós mesmos, prontos para viver. Não ao ver de nossos deuses.

domingo, 1 de novembro de 2015

Por favor, diga não.

Se colocar minha mão sobre a sua
eu sei que você pode se assustar
Se eu quiser conversar muito e me atentar ao ouvir sua voz
eu sei que você pode se afastar

Mas se eu te perguntar se um dia vai embora
por favor, diga não.

Eu posso te lembrar a cada segundo
e colocar meu coração sob a mesa de jantar
Mesmo sabendo que isso possa te aterrorizar
e a insegurança em mim gritar pra eu parar...

Mas se eu perguntar você quer que eu pare?
por favor, diga não.

Quando você tremer e chorar com vontade de sumir
eu quero gravar uma nova canção pra você ouvir.
Eu quero guardar você na melhor parte de mim
a parte que a até na morte, até em marte eu ainda terei.

Mas se eu perguntar se um dia vai desistir
por favor, diga não.