Uma pequena garota vulnerável
ela não quer provar da mudança
Ela sabe o que quer, ela não quer nem saber
Ela parece firme, mas na verdade está diluindo.
Ela parece isolada, mas na verdade é um livro aberto
A verdade é tudo pelo que ela grita.
Grita pelos cantos:
"Eu o amo, eu o amo tanto,
como ele se permite omitir as coisas de mim?"
Eu não posso ver, não posso ver
as suas palavras evaporam pelos lábios
eu estou numa terrivel morte branca
Eu posso ver pela janela?
Cercada de uma grande ilusão
Como estar presa num grande sonho
enquanto monstros irreais lhe mutilam
parte após parte e quando acaba...
Lhe fazem denovo...
Ela parece firme, mas na verdade está diluindo.
Ela parece isolada, mas na verdade é um livro aberto
A verdade é tudo pelo que ela grita.
Grita pelos cantos:
"Eu o amo, eu o amo tanto,
como ele se permite omitir as coisas de mim?"
Eu não consigo, não consigo mudar
talvez você um dia veja eu voltando na contramão
e nem direi que a frente tem uma bifurcação...
Omitir, Omitir, não é nada
nada mais do que sufocar e frustrar
Omitir, omitir é tudo
tudo o que derrota a medusa é seu próprio olhar.
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