Não há tempo para regras,
Nem tempo para a pressa.
Então apresse-se a viver mais devagar.
Beba para não se embriagar.
Não compre a primavera que vendem nos mercados
Nem avance a saída que há em todos os lados
Dias fristrantes passam sem dificuldade
desde que, neles, sejam criados longos hábitos.
Não há tempo para regras
Nem regras para a fome
Então apresse-se a viver mais devagar
Não beba água para não chorar.
Não chame tudo o que parece verdade, de amor
não confunda sentimentos, com longos hábitos à dois.
E se você não lembrar o que vem depois do ‘eu não sei’
espere acontecer, aceite como é, e diga ‘eu te falei’.
Silêncio! Aqui não há nada que eu queira explicar…
Aqui não há nada que eu possa explicar…
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