Devaneios, pensamentos de bar, conversa com os amigos, cheiro da chuva, volúpia de você e tudo o que você me fez. Chame de insensatez, mas eu não tenho tempo pra te emprestar. Onde sou livre e a terra é minha. Não estou a venda, vá em outro lugar.
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sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Eu não sei como tenho acreditado
eu meia duzia de palavras enroladas
Nas lágrimas que rolaram sobre os lençóis
num momento a sós e nas caricias desesperadas
Isso não me soa bem,
a distância corroe toda nossa morada
Alguns dizem que saudades dói
eu digo que saudades mata.
Se eu pudesse expressar meu amor
em uma canção marcada com sangue
Certamente essa canção tocaria até o dia da sua morte
ou ela seria eternamente silenciosa
Suas palavras trincaram as paredes do meu quarto
há muito tempo tenho ouvido todos os tipos de palavras
Algumas delas se foram com o vento, outras vieram como uma pancada
mas as suas, em mim, permanecem gravadas.
Agora é a hora de nos explicarmos,
mas que diabos está acontecendo?
Todos estão cansados de explicações
todas as suas palavras permanecem me aquecendo.
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